News 03/03/2021

Os mineradores na África do Sul agora podem testar os sistemas de separação da STEINERT localmente

A empresa de tecnologias de separação magnética e por sensores STEINERT criou uma nova planta de teste na mina de ouro Navachab, próxima de Karibib, na Namíbia – de propriedade da empresa de capital privado QKR. A planta está disponível para testes em processos de beneficiamento e pré-concentração.

Ore sorting test facility

Preconcentration plant

Como um cliente STENERT abre a porta para apoiar outros clientes em potencial na África e dá sinal verde para uma instalação de testes na sua fábrica? Hildebrand Wilhelm, gerente de processamento de minério das operações QKR Namibia Navachab, com 34 anos de experiência na indústria de mineração, afirma que a capacidade, os resultados satisfatórios e o bom relacionamento com a STEINERT possibilitam isso.

A QKR Namibia e a tecnologia da STEINERT abrem juntas um novo caminho

Quando as margens de custo estavam acabando com os lucros da mina, Wilhelm e sua equipe na mina Navachab começaram a empregar uma nova tecnologia na mineração: o sistema de separação por sensores. Investimento para melhorar o grau de ouro e remover material inútil afim de não sobrecarregar os processos seguintes e proporcionar em economia de custos.

Isso foi há seis anos. Desde 2016, dois sistemas de classificação a granel de transmissão de raios X STEINERT XSS-T estão instalados em uma planta de produção de 200 tph para melhorar o material de pilhas de rejeito. “O que nos impressionou foi a robustez da máquina. Estamos tendo uma boa confiabilidade nas unidades e 80–90% de tempo de funcionamento tornou-se absolutamente possível”, diz Wilhelm. “Acho que é um desafio buscar novas tecnologias no ambiente conservador da mineração. É muito importante ter confiança nas pessoas com as quais você trabalha.” A mina de ouro Navachab assumiu riscos e aprendeu que com as capacidades da STEINERT era possível inovar na indústria de mineração, e foi capaz de cortar custos de processamento.

“Configuramos as plantas de forma a obtermos cerca de 25% de massa mineral para a separação preliminar e alcançar uma média de 70% de recuperação de ouro – o que faz sentido para nós. Essa é uma operação lucrativa. Tratamos o material nas máquinas XRT e, em geral, dobramos o grau do nosso material de entrada e é aí que o valor é gerado, com o grau dobrado o material pode ser tratado com lucro pelos processos seguintes. ”

Equipe local da STEINERT na planta de teste na África

Com base em sua experiência, Wilhelm diz: “A equipe da STEINERT na Namíbia é uma equipe que eu conheço há muito tempo. Conheço bem as suas habilidades e eles estão dispostos a ajudar.”

Baseado na Namíbia e no local, John Knouwds, gerente de vendas da STEINERT para a África do Sul, tem o prazer de ajudar empresas do setor de mineração que gostariam de testar o que as tecnologias de separação podem agregar aos seus processos (john.knouwds(at)steinert.de).

Knouwds diz que está convencido de que não só empresas do setor mineral, mas também o meio ambiente podem se beneficiar com a possibilidade do completo beneficiamento via seca de minérios – “a separação preliminar de material mineral bruto economiza muita energia e aqua, portanto, dinheiro porque um equipamento a jusante só processa material com minerais valiosos.” A instalação na fábrica da Navachab permitirá à STEINERT continuar os testes para várias minas e projetos de processamento em toda a África. A própria fábrica Navachab será capaz de realizar testes de viabilidade, que são uma forma de analisar a capacidade dos sensores de classificar material mineralizado e não mineralizado, bem como a eficiência de uma separação teórica. A planta de testes fornecerá dados tangíveis das expectativas de produção aprimorada e sustentável para os investidores, e melhorará a percepção econômica para determinar melhor oportunidades associados aos investimentos.

A nova planta de teste no local é uma STEINERT KSS | XT CLI

É uma unidade combinada, capaz de processar uma produção entre 5 t/h e 100 t/h com uma largura de trabalho de 1 m. A unidade inclui um sensor de transmissão de raios X (XT) para identificar densidades atômicas, dois sensores ópticos – um sensor colorido (C) e um sensor laser para informações de forma 3D (L) – e um sensor de indução (I) que detecta metais. A unidade foi desenvolvida como resposta às exigências cada vez mais complexas na separação de materiais. “A tecnologia STEINERT deu um salto ao oferecer vários sensores combinados em uma única plataforma. Isso permite uma maior capacidade de classificação, maior capacidade de processamento, maior índice de recuperação e qualidades melhores”, explica Knouwds. “Ter a combinação correta de sensores abre mais possibilidades para limpar os produtos gerados além do exigido ou para acrescentar etapas de classificação previamente avaliadas como inviáveis.”

O software especialmente desenvolvido pela STEINERT também permite a criação de novos algoritmos de detecção que podem ser implementados conforme necessário para lidar com novos desafios.

Leia ou assista a toda a entrevista de Hildebrand Wilhelm aqui: Entrevista