Ouro – Um metal fascinante

Para melhorar os processos de extração de minerais ou desenvolver novos processos, é necessário um trabalho contínuo de pesquisa e desenvolvimento. Para isso, a classificação de minério por sensores desempenha um papel cada vez mais importante. À medida que a tecnologia avança, estão surgindo mais e mais possibilidades de aplicações para o pré-enriquecimento – inclusive para o ouro.

História do ouro

Se um metal ocorre na natureza em forma pura ou de liga, essa forma é chamada de "nativa". O ouro e a prata são metais que ocorrem em tal forma. Na antiguidade, eles eram muito procurados como material para ornamentos e joias, mas tinham pouco uso prático para os seres humanos.

O cobre também pode ser encontrado em forma nativa. Com este metal veio a transição da Idade da Pedra para a Idade do Bronze, pois o cobre era útil para os humanos: Era possível usá-lo para fazer objetos do cotidiano, ferramentas e armas.

O ouro sempre atraiu as pessoas. Já na Antiguidade, elas ficavam fascinados pelo seu brilho e fácil maleabilidade. O ouro era extraído em forma nativa como pepitas e partículas menores. As fontes eram os veios de ouro, expostos ao intemperismo por milhões de anos. O ouro foi transportado como sedimento aluvial através do vento, chuva, gelo e neve até os riachos e leitos de rios e ficou concentrado ali.

Para a concentração do ouro, foram utilizadas técnicas simples de separação de densidade (lavagem em bateias). Depois disso, o ouro era fundido em lingotes, dos quais saíam folhas de ouro, joias e moedas.

Ouro como meio de pagamento

Antigamente, o comércio de bens e serviços entre pessoas e países envolvia apenas permutas. Mais tarde, percebeu-se que o ouro tinha um valor e poderia ser usado como meio de troca. Por razões práticas para o comércio, foram feitas moedas a partir dele. Os países da Ásia Menor foram os primeiros a utilizar moedas com um valor garantido. Assim, o sistema de troca foi gradualmente substituído e foi se desenvolvendo ao longo do tempo até o nosso sistema monetário internacional atual.

Por que o pré-enriquecimento?

Quando os minérios são adequados para pré-enriquecimento em grandes granulometrias, é possível separar uma parte do minério como fração de rocha grossa entre as etapas de trituração e moagem. Para isso, os sensores podem ser selecionados de acordo com as propriedades dos minerais contidos no minério, com a finalidade de realizar a classificação ou a separação dos minerais valiosos a partir dos resíduos de rochas com eficiência.

A vantagem de todas as formas de pré-enriquecimento para grandes granulometrias é que todas as etapas posteriores do processamento podem ser menores. Em outras palavras, o rendimento global aumenta, o que é particularmente importante em termos de custo operacional e de volume de produção.

Quando há um pré-enriquecimento, a mineração de minérios compensa em áreas onde antes não era economicamente viável. Além disso, o pré-enriquecimento ajuda a realizar os processos de mistura de minério com mais eficiência. Assim, as escombreiras podem ser usadas de modo rentável e alguns materiais recicláveis anteriormente improdutivos podem ser transformados em materiais valiosos. Além disso, os riscos e os custos de proteção ambiental diminuem, as bacias e os filtros de lama de lavagem são reduzidos e o consumo de energia das usinas de minério é menor.

Se o minério já for enriquecido em minas distantes, os custos de transporte serão reduzidos. Os corpos de minério satélite podem ser explorados de maneira mais eficiente se uma peneira grossa para pré-enriquecimento já for utilizada na mina ou perto da mina.

Possibilidades de pré-enriquecimento

O pré-enriquecimento, independente da sua forma, só pode funcionar se, durante o processo de trituração, for possível executar sem nenhum problema a liberação de minerais valiosos dos resíduos de rocha. Se o mineral valioso estiver muito difundido no minério, a classificação ou a aplicação de outro método pode não ser possível. Para liberar o mineral valioso das escombreiras ou das gangas, as peças de minério deveriam ser reduzidas para ficarem de um tamanho fora do escopo de trabalho das instalações de pré-enriquecimento de granulometria bruta. Exemplos de aplicação dos sistemas STEINERT para o processamento de minérios de ouro:

STEINERT XSS – solução com o classificador por raios X

  • Depósito de pirita com ouro no Peru
  • Rochas sem minérios são segregadas na etapa inicial do processo
  • É possível recuperar mais de 95% do ouro

Utilize a tecnologia por sensores de última geração na classificação do minério de ouro

Solicite um diagrama esquemático do processo para o ouro aluvial. O ouro aluvial é adequado para o pré-enriquecimento, pois contém partículas de ouro de tamanhos muito diferentes, que são extraídas até um determinado tamanho com o uso de técnicas de separação de densidade. As partículas não detectadas são extraídas com cianetação e carvão ativado para fundir o metal "doré".

Esse processo é utilizado atualmente na África do Sul para a exploração de enormes escombreiras com material de pouco valor. Essas escombreiras surgiram ao longo de décadas, quando o preço do ouro era muito baixo para uma exploração rentável.

  • Não deixe o ouro aluvial sem uso por mais tempo. Antes da moagem em grãos finos, extraia as melhores pepitas das camadas mineradas com material de alto rendimento.
  • Evite o uso desnecessárias em seus sistemas de separação por densidade e separe as pedras contendo ouro com mais eficiência. Como isso é possível? Entre em contato conosco!